Os buracos e crateras nas vias de Fortaleza, abalaram a relação entre a Prefeitura de Fortaleza e a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). Por isso, a prefeita Luizianne Lins (PT) pediu que fosse feito um estudo sobre a possibilidade de rompimento do contrato de concessão com a Companhia, que presta serviços à Prefeitura há 40 anos, e tem contrato com validade até 2033. O rompimento vai ter como justificativa a demora na recuperação das vias da Capital.
Se for concedido o rompimento, a Prefeitura pode ter duas opções. Uma seria a abertura de licitação para os serviços de água e esgoto e contratar outra empresa; a outra, seria executar o serviço diretamente. Para a segunda opção, teria que ser criado um novo órgão municipal para executar o serviço.
Segundo o contrato, caso a concessão seja extinta, a estrutura da Cagece no Município é transferida à Prefeitura, por meio de indenização. Caso o contrato se mantenha, a prefeita Luizianne declarou que a Cagece terá que fazer grandes investimentos, como a substituição do sistema de água e saneamento, que ainda é de manilha de barro, por PVC ou fibra de vidro.
Mesmo assim, Luizianne reconhece que nem todos os buracos são de responsabilidade da Cagece, mas que a Companhia tem que fazer sua parte. Uma audiência está marcada para hoje (08) com o secretário estadual das Cidades, Camilo Santana (PT), para discussão sobre os buracos da Cagece, que é vinculada à Secretaria.
A análise técnica será feita pela Autarquia de Regulação, Fiscalização e Controle dos Serviços Públicos de Saneamento Ambiental (Acfor), pela Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania (AMC), pela Secretaria da Infraestrutura do Município (Seinf), pelas secretarias regionais e pela Procuradoria Geral do Município (PGM).
Com informações do O Povo
Se for concedido o rompimento, a Prefeitura pode ter duas opções. Uma seria a abertura de licitação para os serviços de água e esgoto e contratar outra empresa; a outra, seria executar o serviço diretamente. Para a segunda opção, teria que ser criado um novo órgão municipal para executar o serviço.
Segundo o contrato, caso a concessão seja extinta, a estrutura da Cagece no Município é transferida à Prefeitura, por meio de indenização. Caso o contrato se mantenha, a prefeita Luizianne declarou que a Cagece terá que fazer grandes investimentos, como a substituição do sistema de água e saneamento, que ainda é de manilha de barro, por PVC ou fibra de vidro.
Mesmo assim, Luizianne reconhece que nem todos os buracos são de responsabilidade da Cagece, mas que a Companhia tem que fazer sua parte. Uma audiência está marcada para hoje (08) com o secretário estadual das Cidades, Camilo Santana (PT), para discussão sobre os buracos da Cagece, que é vinculada à Secretaria.
A análise técnica será feita pela Autarquia de Regulação, Fiscalização e Controle dos Serviços Públicos de Saneamento Ambiental (Acfor), pela Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania (AMC), pela Secretaria da Infraestrutura do Município (Seinf), pelas secretarias regionais e pela Procuradoria Geral do Município (PGM).
Com informações do O Povo



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